EM BUSCA DA FELICIDADE

Por diác. Alberto Nogueira Jr.

Este é um bom título para filmes, músicas, livros ou peças teatrais. Representa um forte apelo emocional apenas pela pronúncia ou leitura e mais ainda ao refletirmos sobre o tema. Procurar a felicidade é o grande anseio da humanidade de forma geral. Filósofos têm debates exaustivos a este respeito e grandes gurus, coachs e cia têm uma enorme audiência em seus cursos para orientações sobre “como ser feliz”. Todos buscam o final clichê dos contos de fada “e foram felizes para sempre!” Apesar de vários “bons” conselhos


No início dos tempos havia um casal que era plenamente feliz. Andava sem preocupação, sem ansiedade, sem medo ou vergonha! Não havia doenças, desastres da natureza, e não havia morte. O convívio com a natureza era harmônico, não havia presa e predador, e o alimento era farto, tudo convergia para o bem estar humano. A felicidade era abundante. Certa vez, uma voz foi ouvida pelo casal e esta dizia: vocês não são felizes! Está faltando algo para ser realmente feliz! Então, através da distorção da realidade, foi colocado uma ponta de dúvida sobre felicidade e esta para ser plena dependia de algo mais. O casal trocou a felicidade original pela fraudulenta, sendo então esta passada de geração em geração até os dias de hoje. A felicidade duradoura voltará quando restaurado o padrão do início dos tempos sem a voz enganadora. Essa descrição é baseada no relato bíblico de Gênesis capítulos 1 ao 3. Como diria Max Gehringer, o texto não seria lido por muitos, se no inicio, houvesse a indicação de que era baseado na Bíblia.


De acordo com Gênesis 1 e 2, a felicidade de Adão e Eva estava baseada na obediência a Deus. No capítulo 3, iludidos pelo enganador, motivados pelo seu coração, transformaram a felicidade plena em felicidade fajuta, temporária e trouxe consigo todo o fardo relacionado a essa desobediência, incluindo a morte. Mas, a história não termina assim. Por Sua misericórdia e Seu amor, dois dos seus vários atributos perfeitos, Deus deu Seu Filho amado, para que, os que nele creem, voltem a desfrutar desta felicidade plena.


Só pode haver felicidade plena se houver obediência a Deus, confiança no redentor e arrependimento de pecados. O resto é falso, é temporário.

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